quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Nossas Diretrizes Curriculares

Através da interdisciplina de Organização e Gestão da Educação, do 5º semestre do PEAD, da UFRGS pude constatar uma nova visão sobre as Diretrizes Curriculares.
Durante minha formação em nível médio e minha prática docente de poucos anos, sempre entendi que as diretrizes curriculares se tratavam de conteúdos mínimos obrigatórios, estabelecidos pelo MEC como uma exigência que não levava em conta as especificidades regionais e locais.
Somente através dos estudos realizados nesta interdisciplina pude entender que há um conselho integrado por especialistas e pesquisadores que visam estabelecer uma base comum de ensino às escolas brasileiras, amenizando assim as desigualdades no ensino oferecido em nosso país.
O estabelecimento de uma base nacional comum não delimita e nem impede que cada instituição escolar venha a trabalhar uma parte diversificada do currículo.
Contudo, a escola deve oferecer esta base comum e tem autonomia para propiciar conhecimentos que considera importante e especifico da localidade da instituição e das especificidades de seus alunos.
As diretrizes curriculares então, deixam de ser para mim uma obrigatoriedade imposta e passa a assumir um caráter de normalização e estabelecimento de ensino de base comum para que atenuamos as disparidades existentes entre as instituições escolares.
Esta é uma evidência de nova concepção a partir dos estudos da interdisciplina em questão.

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