segunda-feira, 4 de maio de 2009

O Clube do Imperador


A Interdisciplina de Filosofia da Educação nos propiciou a análise do filme O Clube do Imperador que nos leva a reflexões pertinentes quanto ao papel de educador onde o mesmo passa por situações de conflitos que envolvem princípios morais como respeito, ética, justiça, caráter, enfim.
Esta é uma realidade da prática docente, pois no dia a dia presenciamos inúmeros conflitos, muitos deles originados pela falta de princípios morais, negligenciados pela família e também pela sociedade.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

MOSAICO


Esta é a primeira postagem de uma atividade do semestre realizada em sala de aula que publico em meu Portifólio de Aprendizagens.
No entanto fiquei muito ansiosa para realizar a atividade do mosaico, o que me fez parar para pensar em algumas coisas referentes ao tipo de metodologia que utilizo ao trabalhar determinados assuntos com meus alunos.
Realizei a atividade sobre DIVERSIDADE CULTURAL com a turma do EJA I da Escola de Educação Especial João de Barro, APAE de Três Cachoeiras onde trabalho. Iniciei a aula falando sobre os diferentes povos que habitaram o Brasil, após a conversa elaboramos um mosaico utilizando as fotos trazidas pelos alunos, onde cada um contribuiu relatando as diferenças existentes entre as pessoas e também conversamos a respeito das diferentes raças e etnias que compõe o nosso município. Em seguida construíram sua família por meio de desenhos e recortes onde fizeram uma exposição na sala de aula juntamente com o mosaico. A pedido dos alunos, os
mesmos ilustraram as diferenças (pessoas brancas, negras, japonesas...).Foi um trabalho muito rico, partindo do interesse deles na busca de novos conhecimentos a cerca da diversidade étnico-racial existente em nosso meio.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Projetos de Aprendizagens

A partir deste novo semestre na Interdisciplina de Seminário Integrador VI, voltamos a analisar os PA’s.
Este projeto para mim foi muito gratificante, através das pesquisas, leituras, entrevistas, trocas de idéias adquiri novos conhecimentos que até então desconhecia, pois tinha contato apenas com projetos de pesquisas estas sugeridas pelos professores com passos definidos previamente e a avaliação considera apenas o produto final.
Já os projetos de Aprendizagens partem do interesse dos alunos, não há uma previsão dos passos a serem percorridos, na avaliação é considerado todo o processo de desenvolvimento que esta proposta venha propiciar, enfim.
O trabalho com projetos de Aprendizagens permite infinitos desdobramentos, muitas trocas e interações entre alunos e professores sendo considerado uma rica metodologia pedagógica.
Está sendo muito importante participar desta nova aprendizagem com os PA’s.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Socializando conhecimentos e aprendizagens

Na noite de 20 de novembro de 2008, no pólo de Três Cachoeiras, tivemos a oportunidade de socializarmos as aprendizagens e o desenvolvimento dos PA’s, espaço propiciado pela insterdisciplina de Psicologia da Vida Adulta.
Neste espaço fez-se possível analisar os distintos trabalhos realizados por nossos colegas, porque o curso à distância delimita esta socialização presencial embora que virtualmente temos oportunidade de conhecer as produções de nossos colegas.
O que me chamou a atenção com esta proposta é a riqueza que há em compartilhar conhecimentos, metodologias, enfim, são direções distintas que partem do interesse de cada envolvido.
Configurou-se como um rico espaço de trocas, discussões e que tenho a convicção de que oportunidades como esta deve ser promovida com mais freqüência para nossos alunos, pois muitas vezes, na correria do dia-a-dia, não refletimos o quanto esta é uma prática eficaz para o desenvolvimento de muitas competências.
Temos que ser mais atentos e reflexivos enquanto alunos do PEAD, para que consigamos levar estas aprendizagens e tantas outras para nossos alunos, porque considero que tenham uma eficácia muito grande nas aprendizagens que vislumbramos propiciar.
Socialização das aprendizagens, bem como do que estamos desenvolvendo ou realizando também produz importantes aprendizagens.

Nossas Diretrizes Curriculares

Através da interdisciplina de Organização e Gestão da Educação, do 5º semestre do PEAD, da UFRGS pude constatar uma nova visão sobre as Diretrizes Curriculares.
Durante minha formação em nível médio e minha prática docente de poucos anos, sempre entendi que as diretrizes curriculares se tratavam de conteúdos mínimos obrigatórios, estabelecidos pelo MEC como uma exigência que não levava em conta as especificidades regionais e locais.
Somente através dos estudos realizados nesta interdisciplina pude entender que há um conselho integrado por especialistas e pesquisadores que visam estabelecer uma base comum de ensino às escolas brasileiras, amenizando assim as desigualdades no ensino oferecido em nosso país.
O estabelecimento de uma base nacional comum não delimita e nem impede que cada instituição escolar venha a trabalhar uma parte diversificada do currículo.
Contudo, a escola deve oferecer esta base comum e tem autonomia para propiciar conhecimentos que considera importante e especifico da localidade da instituição e das especificidades de seus alunos.
As diretrizes curriculares então, deixam de ser para mim uma obrigatoriedade imposta e passa a assumir um caráter de normalização e estabelecimento de ensino de base comum para que atenuamos as disparidades existentes entre as instituições escolares.
Esta é uma evidência de nova concepção a partir dos estudos da interdisciplina em questão.

Organização curricular em reflexão

Trabalho em uma instituição que atende portadores de deficiência, APAE de Três Cachoeiras e desde meu primeiro ano de trabalho, percebo que temos uma organização curricular de regime ciclado, ou seja, organizada por ciclos.
Acredito que esta organização curricular contribui para uma avaliação mais justa e coerente com os alunos envolvidos porque considera as competências e habilidades que estes desenvolvem, e não está centrada em aquisição de conteúdos.
Não trabalhamos com “notas”, estabelecendo um valor quantitativo às aprendizagens, mas sim com pareceres que permitem a todos o entendimento de quais aprendizagens se faz possível neste contexto.
Eu acredito que esta organização curricular e a avaliação das aprendizagens, bem como a possibilidade e espaço para a auto-avaliação configura-se em instrumento mais coerente com o que se almeja na educação especial.
Penso que se as escolas públicas adotassem esta forma de trabalho pedagógico, poderíamos ter menos índices de repetência e fracasso escolar, bem como evasões.
É algo a se pensar e programar nas instituições quando se quer uma avaliação menos classificatória.
É desta forma que penso a organização curricular indissociável à avaliação.

O uso do tempo

Desde os primeiros semestres do PEAD, da UFRGS estamos trabalhando com a organização do tempo, bem como, com o uso do mesmo.
Levando em consideração que temos que conciliar diferentes papéis na sociedade, entre eles, de mãe, de esposa, de professora, no meu caso, 40 horas semanais na instituição APAE, e ainda, de estudante do Curso de Pedagogia, organizar o tempo não é uma tarefa muito fácil.
Esta organização do tempo gera muitos conflitos de diversas ordens, pois tudo deve ser bastante equilibrado para atender a tudo e a todos, evitando assim, as possíveis defasagens em alguns papéis assumidos.
Este semestre foi um tanto difícil para mim, pois acabei me frustrando quando percebi que não estava conseguindo conciliar trabalho com família e estudo. Acabei adoecendo, não consegui manter em dia meus trabalhos da faculdade, tive que me afastar do trabalho que realizo na APAE de Três Cachoeiras, enfim.
Tenho convicção de que poderia ter aproveitado mais das aprendizagens do curso, mas em função de alguns obstáculos que enquanto adulta acabei criando, nem tudo foi como eu esperava.
Como sempre devemos manter os “ganhos” acima das “perdas”, embora algumas limitações tenham interferido o aproveitamento deste ano de modo geral, tenho plena certeza que adquiri conhecimentos muito importantes para minha vida, enquanto aluna, professora, mãe, colega, etc.
A organização do tempo, assim como o seu uso é uma questão de disciplina, e sei que buscarei atingir minhas metas.
O uso do tempo de maneira adequada e organizada passa a ser o meu desafio para os próximos semestres.
Tempo, tempo...