
sábado, 24 de abril de 2010
SEMANA 2

sexta-feira, 16 de abril de 2010
SEMANA 1: Início do estágio!!!

No ínício da semana iniciei o estágio na Escola de Educação Infantil Clubinho dos Baixinhos, com a turma do jardim.
Nos primeiros dias foram difíceis, as crianças faziam de tudo para chamar a minha atenção, principalmente nas conversas paralelas ocorridas na sala de aula, onde refletiu na realização das atividades, ou seja, demorando bem mais que o tempo previsto ou até mesmo querendo desistir do que era solicitado para ficarem conversando, porém com diálogos e alguns combinados com a turma ocorridos diariamente, hoje sinto que realmente eles estão cooperando bem mais, tanto na execução das atividades como nas conversas paralelas, assim como o respeito, obediência e carinho por mim.
Contudo, no decorrer da semana, adquiri mais autonomia e postura para lidar com esses baixinhos e espero que continue assim, encaminhando-se tudo da melhor forma possível!!!
Até mais...
sábado, 10 de abril de 2010
Observando a turma!!!

sábado, 27 de março de 2010
Reta final!!!

Mais um semestre se inicia... E com ele muitas expectativas, pois estamos na reta final, o momento mais importante do curso, a hora de colocarmos em prática toda a teoria estudada ao longo dos anos.
Desejo a todos os colegas um bom estágio!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Temas Geradores

Para Paulo Freire e Frei Betto, a escola deve estar baseada na política da dialogicidade, troca de saberes, participação e criticidade, onde seu papel principal é o de levar o aluno a ter uma visão crítica do mundo, para que não venham mais a servir de “massa de manobra” para os interesses dos grandes opressores. Baseados nessa visão defendem o Tema Gerador como grande aliado, pois dele surge o intuito de investigação do próprio aluno, ou seja, a partir de seus interesses e curiosidades buscar o que quer e o que tem necessidade de aprender. Com esse processo o aluno deixa de ser apenas um receptor de conteúdos e passa a ser o agente do processo ensino-aprendizagem, surgindo assim, uma educação diferente das que são praticadas (atualmente) em boa parte das escolas, a educação bancária.
O Tema Gerador tem como aliado principal o conhecimento prévio que o aluno tem, a bagagem cultural que adquiriu ao longo dos tempos, levando em consideração o ambiente social em que ele está inserido. Contudo, é levada em consideração a busca de soluções para problemas bem presentes.
Outro grande aliado do tema gerador é a conscientização do aluno sobre o seu real papel dentro da sociedade, como indivíduo capaz de agir e interagir, questionar e lutar por seus direitos.
O fator mais importante é o despertar de uma nova forma de relação com a experiência de vida de cada aluno e não a transmissão de conhecimentos específicos. O ideal para o processo de construção do conhecimento na extração dos conteúdos é, antes de qualquer coisa, conhecer a realidade do aluno a fim de conhecê-lo enquanto indivíduo inserido num determinado contexto social, sendo essa a fonte de onde deveremos explorar nosso material de trabalho. Sem ela estaremos reproduzindo o velho modelo escolar que comprovadamente já se mostrou como o maior obstáculo à aprendizagem, muito mais do que o próprio conteúdo. Dessa forma a participação do aluno em conjunto com as buscas do professor será imprescindível à sua alfabetização, o que tornará mais interessante o seu processo.
Por meio dos temas geradores a alfabetização se torna um exercício de diálogo, dirigido de forma democrática que viabiliza ao aluno conhecer e posicionar-se frente aos problemas sociais.
domingo, 18 de outubro de 2009
LIBRAS

No inicio da semana eu e minha colega Patrícia Lippert traduzimos um pequeno vídeo que envolvia um diálogo entre três pessoas conversando através da língua dos sinais, atividade esta proposta pela interdisciplina de LIBRAS.
sábado, 17 de outubro de 2009
As crianças e suas histórias...

As histórias que as crianças contam são um dos elementos mais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e afetivo.
A criança quando narra uma história está trazendo a tona um universo de experiências acumuladas em situações diárias, bem como misturando fantasia e realidade, de maneira a construir sua própria maneira de lidar com as coisas. Como é a linguagem que organiza o pensamento, é essa narrativa que vai contribuir para que a criança compreenda o mundo em que vive e para que elabore os seus sentimentos.
Para que a criança desenvolva suas habilidades em narrar fatos, contar historias, ela precisa estar exposta a todos os tipos de vivencias. E é na escola que ela começa criar hipóteses, a construir suas narrativas de forma mais sistemática, valorizando os aspectos necessários para que seja compreendida.
Quanto a nós profissionais da educação, cabe planejar a prática de maneira a favorecer o desenvolvimento de habilidades, no intuito de melhorar à produção de narrativas por parte dos nossos alunos, ou seja, oferecer subsídios para que melhore sua oralidade ao contar suas histórias.