sábado, 24 de abril de 2010

SEMANA 2




Esta semana as aulas foram bastante produtivas, o meu planejamento foi baseado nos valores que considero ser importante e fundamental para uma convivência harmoniosa entre as crianças, dando ênfase no ato de emprestar as coisas ao próximo, devido à necessidade demonstrada pelas crianças, assim como também foram abordadas outras questões que vem acontecendo constantemente entre as crianças como o ato de bater, chutar e morder os colegas.
Dramatizamos através de um teatrinho eu, minha colega e as professoras titulares, onde procuramos passar para as crianças o comportamento e atitudes que vinham acontecendo constantemente entre eles.
Ao término das apresentações do teatrinho levantamos vários questionamentos relacionados ao ato de bater, chutar e morder, assim como o ato de emprestar, onde as crianças contribuíram relatando as conseqüências decorrentes do mesmo, e propuseram-se a não agir mais de tal forma, demonstrando comprometimento.
Participar do teatrinho foi legal, mas melhor ainda foi ver em cada rostinho das crianças o quão foi importante esta proposta, resultando a partir do mesmo em mudanças nas questões comportamentais, onde considerei bastante pertinente e visível através das ações ao longo da semana.
Até breve!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

SEMANA 1: Início do estágio!!!



No ínício da semana iniciei o estágio na Escola de Educação Infantil Clubinho dos Baixinhos, com a turma do jardim.

Nos primeiros dias foram difíceis, as crianças faziam de tudo para chamar a minha atenção, principalmente nas conversas paralelas ocorridas na sala de aula, onde refletiu na realização das atividades, ou seja, demorando bem mais que o tempo previsto ou até mesmo querendo desistir do que era solicitado para ficarem conversando, porém com diálogos e alguns combinados com a turma ocorridos diariamente, hoje sinto que realmente eles estão cooperando bem mais, tanto na execução das atividades como nas conversas paralelas, assim como o respeito, obediência e carinho por mim.

Contudo, no decorrer da semana, adquiri mais autonomia e postura para lidar com esses baixinhos e espero que continue assim, encaminhando-se tudo da melhor forma possível!!!

Até mais...


sábado, 10 de abril de 2010

Observando a turma!!!


Esta semana observei a turma em que irei realizar o estágio na Escola de Educação Infantil Clubinho dos Baixinhos, na qual já havia trabalhado anteriormente, foi uma experiência maravilhosa, mais sempre dá aquele friozinho na barriga, recomeçar, entrar no ritmo, superar desafios, avaliar o que já foi vivido, aprendido... bate a insegurança, as dúvidas e o medo de não saber por onde começar.
Na escola, fui muito bem recebida pelas crianças, onde procurei me interar ao máximo, resultando em uma maior aproximação entre professor x aluno. Com relação ao estágio, tenho encontrado bastante aceitação e disponibilidade de ajuda para o desenvolvimento do meu trabalho, tanto da coordenação, quanto dos professores. Tenho pensado bastante no estágio, e a cada dia surgem novas idéias de atividades para por em prática.
Espero que no decorrer do estágio as coisas se resolvam positivamente, da melhor maneira possível e com a certeza de que todas nós iremos conseguir atingir nossos objetivos!

sábado, 27 de março de 2010

Reta final!!!




Mais um semestre se inicia... E com ele muitas expectativas, pois estamos na reta final, o momento mais importante do curso, a hora de colocarmos em prática toda a teoria estudada ao longo dos anos.

No dia 22 de Março iniciou as aulas do eixo VIII, com a Interdisciplina do Seminário Integrador, onde os professores e coordenadoras esclareceram muitas dúvidas que tínhamos a respeito do estágio, nos tranqüilizando e passando segurança e confiança, disponibilizando a todo o momento apoio necessário para a realização do estágio.
Este momento é muito especial para nós, espero continuar contando com o apoio de todos que fazem parte desta caminhada. Acredito que este momento está sendo muito importante para que todos nós conheçamos como realmente somos e assim aprendemos com nossos erros e buscamos sempre o sucesso.

Desejo a todos os colegas um bom estágio!

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Temas Geradores



Para Paulo Freire e Frei Betto, a escola deve estar baseada na política da dialogicidade, troca de saberes, participação e criticidade, onde seu papel principal é o de levar o aluno a ter uma visão crítica do mundo, para que não venham mais a servir de “massa de manobra” para os interesses dos grandes opressores. Baseados nessa visão defendem o Tema Gerador como grande aliado, pois dele surge o intuito de investigação do próprio aluno, ou seja, a partir de seus interesses e curiosidades buscar o que quer e o que tem necessidade de aprender. Com esse processo o aluno deixa de ser apenas um receptor de conteúdos e passa a ser o agente do processo ensino-aprendizagem, surgindo assim, uma educação diferente das que são praticadas (atualmente) em boa parte das escolas, a educação bancária.

O Tema Gerador tem como aliado principal o conhecimento prévio que o aluno tem, a bagagem cultural que adquiriu ao longo dos tempos, levando em consideração o ambiente social em que ele está inserido. Contudo, é levada em consideração a busca de soluções para problemas bem presentes.

Outro grande aliado do tema gerador é a conscientização do aluno sobre o seu real papel dentro da sociedade, como indivíduo capaz de agir e interagir, questionar e lutar por seus direitos.

O fator mais importante é o despertar de uma nova forma de relação com a experiência de vida de cada aluno e não a transmissão de conhecimentos específicos. O ideal para o processo de construção do conhecimento na extração dos conteúdos é, antes de qualquer coisa, conhecer a realidade do aluno a fim de conhecê-lo enquanto indivíduo inserido num determinado contexto social, sendo essa a fonte de onde deveremos explorar nosso material de trabalho. Sem ela estaremos reproduzindo o velho modelo escolar que comprovadamente já se mostrou como o maior obstáculo à aprendizagem, muito mais do que o próprio conteúdo. Dessa forma a participação do aluno em conjunto com as buscas do professor será imprescindível à sua alfabetização, o que tornará mais interessante o seu processo.

Por meio dos temas geradores a alfabetização se torna um exercício de diálogo, dirigido de forma democrática que viabiliza ao aluno conhecer e posicionar-se frente aos problemas sociais.

domingo, 18 de outubro de 2009

LIBRAS




No inicio da semana eu e minha colega Patrícia Lippert traduzimos um pequeno vídeo que envolvia um diálogo entre três pessoas conversando através da língua dos sinais, atividade esta proposta pela interdisciplina de LIBRAS.

Como foi difícil!!! Quem não conhece a linguagem pensa que é fácil. Tivemos dificuldade em conseguir interpretar alguns sinais. Iniciamos o trabalho congelando cada sinal do vídeo e consecutivamente buscávamos o significado nos dicionários indicados pela professora.

Durante a realização desta atividade tive vários sentimentos como: ansiedade, impotência e medo do desconhecido, pois nunca havia passado por uma situação tão desafiadora como essa. Ao mesmo tempo comecei a me colocar no lugar das pessoas portadoras de deficiência auditiva, como vivemos em um mundo completamente sonoro, para eles deve ser muito complicado se deparar com algumas situações, pois são poucas as pessoas que dominam a língua dos sinais.

Para interagir com pessoas surdas acredito ser importante conhecer o mínimo da linguagem de sinais. O ideal seria que todos nós aprendêssemos LIBRAS desde pequenos, pois a inclusão das pessoas surdas seria muito maior.

Abraços!

sábado, 17 de outubro de 2009

As crianças e suas histórias...





As histórias que as crianças contam são um dos elementos mais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e afetivo.

A criança quando narra uma história está trazendo a tona um universo de experiências acumuladas em situações diárias, bem como misturando fantasia e realidade, de maneira a construir sua própria maneira de lidar com as coisas. Como é a linguagem que organiza o pensamento, é essa narrativa que vai contribuir para que a criança compreenda o mundo em que vive e para que elabore os seus sentimentos.

Para que a criança desenvolva suas habilidades em narrar fatos, contar historias, ela precisa estar exposta a todos os tipos de vivencias. E é na escola que ela começa criar hipóteses, a construir suas narrativas de forma mais sistemática, valorizando os aspectos necessários para que seja compreendida.

Quanto a nós profissionais da educação, cabe planejar a prática de maneira a favorecer o desenvolvimento de habilidades, no intuito de melhorar à produção de narrativas por parte dos nossos alunos, ou seja, oferecer subsídios para que melhore sua oralidade ao contar suas histórias.